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:: ‘Regional’

Jovem Advogado de 29 anos morre vítima de COVID-19 em Senhor do Bonfim

Faleceu nesta sexta-feira (09) o jovem advogado Denis Fialho. A morte foi confirmada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subseção Senhor do Bonfim, através de nota.

Denis Fialho morreu em decorrência da Covid-19. De acordo com boletim epidemiológico divulgado na noite desta sexta pela Secretaria Municipal de Saúde de Senhor do Bonfim, Denis teve exame confirmado para Covid-19 há 30 dias e estava sendo acompanhado em domicílio.
Ele estava evoluindo bem, porém deu entrada na UPA com sinais de desconforto respiratório nesta quinta-feira (08), sendo transferido para a UTI do HDAM. Nesta sexta ele morreu por sequela (epiglotite aguda) do novo Coronavírus.

Denis Fialho tinha 29 anos, era natural de Diadema, São Paulo, mas residia em Senhor do Bonfim. Nas redes sociais várias pessoas se manifestaram em solidariedade à família.

Blog do Walterley Kuhim

A SEGURANÇA JURÍDICA e o relativo poder do administrador conferido pela Súmula 473, PARTE IV

Muitos gestores têm utilizado a Súmula 473, do STF (Supremo Tribunal Federal) para agir desrespeitando os princípios do SDIREITO ADQUIRIDO e da DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA, porque o verbete estabelece em forma de acórdão, que a qualquer tempo a Administração Pública pode rever os seus atos praticados com vícios de legalidade, firmando, assim, o entendimento de que não há prazo para a anulação de atos praticados em qualquer tempo, independentemente do tempo transcorrido e do aproveitamento que foi obtido em favor da Administração, em prejuízo do cidadão que serve port anos a fio, sem que a Administração Pública corrija o seu erro.

Diz a Súmula 473, do STF:

“A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, RESPEITADOS OS DIREITOS ADQUIRIDOS, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial”. (Destaquei em maiúsculas).

No entanto, no julgamento do Recurso Extraordinário nº 594.296, que teve o Ministro Dias Tofolli como relator, ficou definida a seguinte tese de Repercussão Geral, conforme publicação do Tema 138, no Diário da Justiça-Eletrônico, de 13-2-2012, portanto, cerca de 24 (vinte e quatro) anos depois da promulgação da nova Constituição e 43 (quarenta e três )anos após entrada em vigor do enunciado da Súmula 473 do STF, ocorrido em 10-12~1969, sob o regi,e militar, 19 (dezenove anos antes da nossa atual Constituição.

Leiamos:

 “Ao Estado é facultada a revogação de atos que repute ilegalmente praticados; porém, se de tais atos já tiverem decorrido efeitos concretos, seu desfazimento deve ser precedido de regular processo administrativo”. [Tese definida no RE 594.296, rel. min. Dias Toffoli, P, j. 21-9-2011, DJE 146 de 13-2-2012, Tema 138.].

Nesse julgamento, o Min. Dias Toffoli teve o cuidado de explicitar com clareza a sua posição, expressando no seu voto com o seguinte entendimento:

“O recorrente pretendeu ver reconhecida a legalidade de seu agir, com respaldo no verbete da Súmula 473 desta Suprema Corte, editada ainda no ano de 1969. Sob a égide, portanto, da Constituição anterior, (…). A partir da promulgação da Constituição Federal de 1988, foi erigido à condição de garantia constitucional do cidadão, quer se encontre na posição de litigante, num processo judicial, que seja um mero interessado, em um processo administrativo, o direito ao contraditório e à ampla defesa, com os meios e recursos a eles inerentes. Ou seja, a partir de então, qualquer ato da Administração Pública que tiver o condão de repercutir sobre a esfera de interesse do cidadão deverá ser precedido de prévio procedimento em que  se assegure ao interessado o efetivo exercício do direito ao contraditório e à ampla defesa. Mostra-se, então, necessário, proceder-se à compatibilização entre o comando exarado pela aludida súmula e o direito ao exercício pleno do contraditório e da ampla defesa, garantidos ao cidadão pela norma do art. 5º, inciso LV, de nossa Constituição Federal”. [RE 594.296, rel. min. Dias Toffoli, P, j. 21-9-2011, DJE 146 de 13-2-2012, Tema 138.]

Coinveniente, portanto, reproduzir o inciso LV, do artigo 5º, da atuasl Constituição Federal, como segue:

“Aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes”

Evidentemente que a vetusta Súmula n.º 473 do STF, reconheceu na autotutela administrativa inclusive o poder de anular seus atos quando eivados de nulidade, porque deles não se originam direitos, vem a contrapor-se a este entendimento. Há que se sopesar, contudo, teleologicamente, o contexto em que se produziu tal súmula (editada em 3.10.1969, plena ditadura militar) com a novel dogmática jurisconstitucional garantidora de direitos e afirmativos do indivíduo, na esteira da Constituição Cidadã de 1988.

No entender do insigne Min. do STF (quando ocupava cadeira no STJ), LUIZ FUX“Se é assente que a Administração pode cancelar seus atos, também o é que por força do princípio da segurança jurídica obedece aos direitos adquiridos e reembolsa eventuais prejuízos pelos seus atos ilícitos ou originariamente lícitos, como consectário do controle jurisdicional e das responsabilidades dos atos da Administração. (…) Em consequência, não é absoluto o poder do administrador, conforme insinua a Súmula 473” (STJ, REsp. n.º 402.638/DF, j. 03.04.03, pub. DJU 02.06.03, p.187; RDDP, vol. N.º 5, p.237).

Ainda na jurisprudência do STJ, é supinamente salutar à compreensão do texto ter-se em mente um excerto de voto da Exma. Min. LAURITA VAZ: “Não pode o administrado ficar sujeito indefinidamente ao poder de autotutela do Estado, sob pena de desestabilizar um dos pilares mestres do estado democrático de direito, qual seja, o princípio da segurança das relações jurídicas” (STJ, REsp n.º 645856/RS, j. 24.08.04, pub. DJU 13.09.04, p.291).

Percebe-se, claramente, que o Poder de Autotulela Administrativa conferida aos gestores públicos pela Súmula 473, do STF, não é absoluto, como querem aqueles que desrespeitam o DIRFEITO ADQUIRIDO e o PRINCÍPIO DA SEGURANÇA DAS RELAÇÕES JURÍDICAS, impondo, pois, plena relativização, porque o verbete sumular citado está submisso a princípios garantidores dos direitos fundamentais do cidadão.

Na PARTE V, a abordagem será sobre A SEGURANÇA JURÍDICA e sua relação com a boa-fé.

*Josemar Santana é jornalista e advogado, especializado em Direito Público, Direito Eleitoral, Direito Criminal, Procuradoria Jurídica, integrante do Escritório Santana Advocacia, com unidades em Senhor do Bonfim (Ba) e Salvador (Ba). Site: www.santanaadv.com / E-mail: josemarsantana@santanaadv.com

Gerencia do Banco do Brasil confirma circulação de notas falsas em Capim Grosso

Nesta quinta-feira, 08, a Rádio Contorno FM recebeu a confirmação através da gerencia do Banco do Brasil, que cédulas falsas de 200 reais estão circulando em Capim Grosso, porém, com as mesmas proporções das notas de 100 reais.

As notas de 200 reais têm a facilidade falsificação por se tratar de uma circulação recente e poucas pessoas conhecem. A Agência do Banco do Brasil recebe entre cinco e dez notas falsas por mês. As cédulas de R$ 50,00 praticamente não são mais falsificadas.

A orientação para reconhecer uma cédula falsa é entrar no site do Banco Central para adquirir as informações. Uma pesquisa básica pode ajudar a verificar pelo menos três dos elementos de segurança sempre que receber a nova cédula.

Com o olhar contra a luz no número 200, o brilho precisa andar e variar entre o verde e o azul. Existem entre 15 a 20 dispositivos de segurança, as cédulas são imprensas em celulose, sendo necessário observar o alto-relevo, uma das palavras é República Federativa do Brasil, no topo cédula. Também os desenhos das flores e frutos, já no verso, as palavras Banco Central do Brasil e parte do desenho do lobo.

Um desses dispositivos é o chamado quebra-cabeça, são símbolos na frente da cédula que quando colocados contra a luz aparecem o número 200.

Os falsificadores já estão conseguindo imprimir a marca d’água, assim, não servindo mais como base de identificação, inclusive o fio de segurança também está sendo inserido.

As notas apreendidas na agência de Capim Grosso são encaminhadas para o Banco Central para o devido reconhecimento e a pessoa recebe um recibo, até que seja dado o veredito. Caso a cédula tenha sido identificada como falsa o portador perderá o valor correspondente.

As notas de 200 reais começaram a circular no dia 02 de setembro de 2020.

Rádio Contorno FM/ Foquinho Eventos

Drones continuam a auxiliar os bombeiros nas buscas pelo pequeno Davi Lima.

Os bombeiros percorreram com a ajuda de drones várias áreas da localidade de Varzinha da Olarias, nesta quinta-feira, 08 de abril de 2021.Infelizmente o pequeno Davi segue desaparecido.

O menino desapareceu no domingo 28 de março de 2021 quando ia da casa da Tia para a Casa da Avó.

Maiores informações a qualquer momento!!!

Cidade em Notícias

FAMÍLIA PROCURA POR HOMEM DESAPARECIDO EM SENHOR DO BONFIM


Procura-se por RICARDO, mais conhecido por TITA, ele saiu da quinta dia 01/04 e não voltou mais. Encontraram a moto dele no Alto da Maravilha já sem placa. Uma moto Fan na cor preta.

Quem tiver alguma informação, ligar para 99142-5503 falar com Fernanda.

Blog do Netto

Daniel Almeida reafirma luta pela proteção da agricultura familiar

O parlamentar baiano participou, virtualmente, do Congresso Nacional de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares da Contag

Organizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura, Federações e Sindicatos, o 13º Congresso Nacional de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares realizado virtualmente e encerrado nesta quinta-feira (8), contou com a participação do deputado federal Daniel Almeida, que saudou a categoria falando sobre o cenário atual de crise sanitária.

“Verificamos o desmonte de políticas públicas também na agricultura familiar, e no Congresso Nacional estamos debatendo muito para adotar providências que protejam a agricultura familiar, a segurança alimentar e principalmente a vida dos trabalhadores. Infelizmente, com o governo Bolsonaro não tem sido nada fácil, principalmente no enfrentamento ao coronavírus para os trabalhadores rurais que estão na linha de frente produzindo alimentos”, disse o parlamentar.

O 13º CNTTR debateu durante três dias os desafios do trabalho no campo e a importância da agricultura familiar. A Bahia foi o estado que mais inscreveu delegados e delegadas para o evento e elegeu Vânia Marques Pinto, da Fetag-BA para a Secretaria de Política Agrícola. “Os trabalhadores do campo são absolutamente essenciais e eu sei que continuaremos juntos, pois vocês continuarão nesta trincheira. Cumprimento meu companheiro, o presidente Aristides que dará sequência a esse trabalho fundamental e fazer uma saudação especial a nossa querida Vânia, aqui da Bahia, eu conheço bem sei do seu trabalho e que dará uma grande contribuição compondo a direção dessa forte instituição forte”, concluiu.

ASCOM – DANIEL ALMEIDA

 

DR JOSEMAR SANTANA LANCARÁ SEU 4º LIVRO JURIDICO

O jornalista e advogado bonfinense, JOSEMAR SANTANA, vai lançar no último sábado deste mês de abril, em live, o seu quarto livro jurídico.

Desta feita a abordagem será sobre O NEPOTISMO E SUAS APLICAÇÕES NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, resultado de coletânea de artigos e comentários escritos e postados em Blogs e sites de notícias de Senhor do Bonfim, Campo Form,oso e Juazeiro, cidades do Norte da Bahia.
A abordagem sobre NEPOTISMO alcança desde a origem do nome, passando pela sua posição na legislação brasileira, as formas Direta e Indireta, os contratos sem licitação, Funcionários |Terceirizados, Situações excepcionais, o Decreto 7.203 e a Súmula Vinculante 13, Inexistência de Influências nas Contratações de Parentes, o Papel da CGU e demais órgãos de combate, finalizando com a sua aplicação nos casos que são objeto de apuração específica.

As publicações dos artigos e comentários sobre NEPOTISMO coincidiram com o início dos atuais mandatos de prefeitos e presidentes de Câmaras de Vereadores e obteve significativa receptividade entre leitores, funcionando, especialmente, como material jurídico de relevante orientação aos novos gestores municipais.

JOSEMAR é autor de outros três livros jurídicos: GREVE, DEMOCRACIA E PARTICIPAÇÃO SOCIAL NA CONTEMPORANEIDADE (2009); A FORÇA NORMATIVA DFO TSE E A OBSERVÃNCIA DO PRINCIPIO DA ANUALKIDADE PARA EDIÇÃO DE REGRAS ELEITORAIS (2010) e ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2020 ASPECTOS GERAIS, abordando as mudanças ocorridas na legislação eleitoral com as Minirreformas realizadas a partir de 2015 até 2019 (2020).

Para o 2º Semestre deste ano de 2021, Josemar pretende lançar mais uma obra jurídica, abordando de forma ampla e detalhada a segurança jurídica COMO PRINCÍPIO CONSOLIDADOR DE Direitos Adquiridos pelas pessoas, amparados no respeito à garantia fundamental da DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA.

Ascom – Josemar Santana

Garimpo ilegal em Campo Formoso movimentou US$ 44 milhões em esquema de doleiro dos doleiros

FOTO: DIVULGAÇÃO

O complexo banco paralelo montado pelo doleiro Dario Messer tinha um garimpo ilegal no interior da Bahia como uma de suas engrenagens.

Segundo investigações, a atuação dos garimpeiros de esmeraldas em Campo Formoso (BA) ajudou a manter ativo o sistema de dólar-cabo que auxiliou na lavagem de dinheiro de políticos corruptos, como o ex-governador Sérgio Cabral (MDB).

Apenas uma exportadora de pedras preciosas que atua na cidade movimentou US$ 44 milhões de 2011 a 2017 (cerca de R$ 250 milhões), apontam dados da Operação Marakata, desdobramento da Lava Jato do Rio de Janeiro.

A Folha mostrou na última terça-feira (6) como falhas na fiscalização do garimpo e o sucateamento do órgão responsável pela regulação do setor, a ANM (Agência Nacional de Mineração), dificultam o combate a corrupção e lavagem de dinheiro por meio da atividade.

As falhas entraram no radar de autoridades na linha de frente do combate à corrupção e à lavagem de dinheiro no Brasil e no mundo. As autoridades brasileiras temem uma repercussão negativa dessas debilidades no sistema financeiro internacional.

O órgão que serve como referência global para o setor, o Gafi (Grupo de Ação Financeira Internacional), tem programada uma vistoria ao país, e a detecção das fragilidades podem levar a entidade a rebaixar a avaliação do Brasil no quesito dos mecanismos de combate à lavagem de dinheiro, prejudicando assim a realização de investimentos externos.

A Operação Marakata apontou como o garimpo em Campo Formoso acabou sendo uma das peças de funcionamento do banco paralelo montado por Messer, que movimentou US$ 1,6 bilhão (o equivalente a cerca de R$ 5,3 bilhões em valores da época) de 2011 a 2017 envolvendo mais de 3.000 offshores em 52 países. Messer é conhecido como o doleiro dos doleiros.

A investigação teve como base a delação premiada de dois sócios minoritários de Messer, Vinicius Claret e Cláudio Barboza. Eles eram os responsáveis por realizar as operações de dólar-cabo.

A estrutura montada pelo grupo era uma das poucas que conseguia operar as duas pontas do dólar-cabo: ao mesmo tempo, oferecer dinheiro vivo no país e ter caixa disponível em contas no exterior, em paraísos fiscais.

Isso era possível em razão do número de clientes e os diferentes interesses de cada um. Enquanto políticos corruptos, por exemplo, precisavam transformar dinheiro vivo no Brasil em depósitos no exterior, empresas corruptoras necessitavam de recursos em espécie no país para pagar propinas.

Claret e Barboza faziam o “casamento” das operações por meio do banco paralelo, oferecendo contas no exterior para o pagamento pelo dinheiro vivo oferecido.

Parte dessa engrenagem, porém, não necessariamente envolvia corrupção. É onde entram os garimpeiros de Campo Formoso (BA).

Eram Barboza e Claret quem realizavam os depósitos em espécie na conta de garimpeiros e “atravessadores” que vendiam pedras para a empresa O S Ledo. A firma fazia a exportação dos produtos para a Índia e Hong Kong, majoritariamente.

A O S Ledo recebia os pagamentos dos compradores no exterior em contas indicadas por Claret e Barboza. Parte era repassada para os donos da firma, no Brasil, e o restante ficava com os doleiros para auxiliar em outras transações de dólar-cabo em paraísos fiscais.

Investigações anteriores da Polícia Federal indicam que as pedras preciosas fornecidas à O S Ledo tinha origem em extrações ilegais. Uma das conversas interceptadas mostram que os atravessadores usavam documentos de permissão de lavra garimpeira de outra região para transportar e vender as pedras preciosas.

A permissão de lavra garimpeira é destinada a pequenos garimpos com área de até 50 hectares. A venda de pedras preciosas nesse tipo mais simples de extração é feita por meio de notas fiscais em papel, que na maioria das vezes são preenchidas à mão.

Essas notas não entram em sistemas eletrônicos de controle, o que inviabiliza cruzamentos de dados e identificação de irregularidades na cadeia de produção.

A investigação também indica que menos da metade das exportações da O S Ledo eram declaradas às autoridades. A maior parte do faturamento da atividade da empresa circulava por meio de doleiros.

O mesmo ocorria com os garimpeiros e atravessadores. Um dos suspeitos recebeu formalmente da O S Ledo R$ 647 mil entre 2013 e 2018, enquanto arrecadou R$ 1,9 milhão por meio do sistema paralelo dos doleiros Claret e Barboza.

A antiga força-tarefa da Lava Jato viu conexão direta entre a lavagem de dinheiro do garimpo com o esquema de corrupção de Cabral, que também utilizou o sistema de Messer para enviar dinheiro ao exterior.

“O dinheiro em espécie do Cabral era entregue a um doleiro, que fazia uso de uma rede de doleiros para enviar o dinheiro ao exterior. Esse envio só é possível porque outro cliente, de outro doleiro, estava fazendo o movimento inverso e depositando na conta do Cabral lá fora (apesar de não saber disso) para receber em espécie no Brasil. Um crime está intimamente ligado ao outro, são interdependentes”, afirmou o procurador Eduardo El Hage, ex-coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Rio.

A Operação Marakata foi uma das retiradas das mãos do juiz Marcelo Bretas, magistrado responsável pelas ações da Lava Jato. O TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) entendeu não haver conexão íntima entre os casos.

O juiz Alexandre Libonati condenou Messer a 13 anos e 4 meses de prisão no processo da Marakata. Ele firmou delação premiada e confirmou a dinâmica das operações. Os responsáveis pela O S Ledo aguardam sentença.

A Folha não conseguiu localizar os representantes da empresa, bem como seus advogados.

FOLHAPRESS/BOCÃO NEWS

Projeto Família sem Fome distribuiu com sucesso vatapá na Semana Santa

O Projeto Família sem Fome distribuiu com sucesso dezenas de quentinhas de Vatapá na Semana Santa.

A iniciativa contou com a participação de voluntários que doaram os ingredientes e fizeram parte da equipe que fez as entregas. As famílias beneficiadas foram escolhidas de acordo com a vulnerabilidade social.

Cidade em Notícias

 

Grupo Polititude de Senhor do Bonfim realiza com sucesso Peça Teatral Especial de Páscoa

O grupo POLITITUDE de Senhor do Bonfim realizou a peça do especial de páscoa: Jesus, vida, amor e recomeço; a representação do sacrifício de Cristo por amor à humanidade.

Segundo os organizadores a peça teve o intuito de representar o real sentindo da Páscoa.

Cidade em Notícias

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